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Publicado em: 22/10/2017

​História Interativa Folclórica - Lá no Pantano

História Interativa Folclórica   Lá no Pântano   Uma história bem contada sempre traz diversão e encantamento. Melhor ainda se as crianças puderem interagir com a história, pois este fato oportunizará a participação e integração dos alunos O professor ao escolher a história deve ter sempre claro qual é o objetivo (para que, e porquê) ? A quem vamos dirigir essa proposta? Utilizarei quais recursos? Depois de esclarecidos os objetivos, o grupo forma-se, incluindo pessoas que cantarão, manusearão os fantoches, tocarão instrumentos sonorizando em alguns momentos. Sempre leve em conta também a faixa etária para refletir sobre o que já são capazes de fazer. Geralmente conto a primeira vez a história sozinha, para que as crianças possam entender todo o enredo. O lugar da contação deve estar bem iluminado e perto dos espectadores. Os lugares fechados são os melhores para que as crianças possam se concentrar mais e ouvir melhor a voz do contador da história. Aliás, volume, entonação, clareza, dicção, são requisitos que fazem toda a diferença para trazer “vida” a história. Gosto muito de utilizar fantoches, recursos visuais, pois através deles podemos dar animação, movimento e voz e podem ser utilizados para desenvolver a história ou dialogar com as crianças. Os bonecos são manejados com as mãos e estes se movimentam através dos movimentos de braço. Os fantoches devem se mover como se fossem atores, tendo coordenação, ritmo, escondendo, aparecendo, levantando, subindo, conforme o enredo. Sempre reflita sobre o tema da história, o enredo, o ambiente, os personagens, as cenas e os recursos que você irá utilizar. Quero compartilhar com vocês, uma história que faz o maior sucesso com as crianças de todas as idades. Elas podem interagir tocando, cantando, sonorizando com a voz os sons da história, etc. Se você quer receber mais dicas de como trabalhar a história "Lá no Pantano" clique neste link CLIQUE AQUI, e receba o material exclusivo deste video. Com isso voce também fará parte da minha lista de e-mails, receberá brindes, dicas e saberá em primeira mão quando será o lançamento do meu curso online, que acontecerá em 2018, com o tema: Musicalização Infantil e contação de histórias para crianças de 2 a 8 anos. Será um curso prático onde você vivenciará propostas com o objetivo de ajudar a criança em seu desenvolvimento cognitivo, emocional e motor, através da música e das histórias. Teremos um módulo especial e prático também sobre música e psicomotricidade, além de módulos com conteúdo inéditos e exclusivos para cada faixa etária. O curso também disponibilizará mp3, material de apoio, embasamento teórico das atividades, dicas com fotos dos recursos visuais utilizados, partituras das canções e histórias. Vamos agora assistir a história!   CLIQUE AQUI E RECEBA O MATERIAL EXCLUSIVO DESSE VÍDEO: CLIQUE AQUI Se gostou, curta, compartilhe e deixe seu comentário. Essa atitude me incentiva muito a produzir material para vocês, curtidores do Cantinho da Música. Fanpage: https://www.facebook...homusicalprofDebora/ Site: https://www.cantinhodamusica.com.br Canal: https://www.youtube....93e4IvBDdy0iIvX2yp-g Prof. Débora Munhoz Barboni Formação em Arte com ênfase em Musica, Pós Graduação em Educação Infantil e Psicopedagogia.


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Publicado em: 22/04/2017

Como manter sua Saúde Vocal? (Entrevista com Andréa Costalima Guimarães)

1. A voz é sem dúvida uma das principais ferramentas de trabalho do professor. Quando perdemos a voz, fica muito difícil de realizar nosso trabalho. Como podemos evitar a rouquidão?   Os principais hábitos nocivos à boa voz, que põem em risco a sua saúde são: Pigarrear ou “raspar a garganta”, tossir, gritar, competição sonora (falar mais alto quando há barulho), poluição, ingestão de álcool, uso de fumo e drogas, “receitas milagrosas para cura de rouquidão” (conhaque com mel, comer cebola, bala de gengibre, de hortelã...). Para se preservar a voz, pequenos hábitos fazem diferença como: cuidar da saúde - evitar resfriados, gripes, alergias e todo tipo de doença que comprometa o aparelho vocal, pois o uso da voz num período de convalescença provoca sobrecarga ao trato vocal. O melhor é prevenir contra qualquer infortúnio físico: alimentando-se corretamente (dieta equilibrada, com vitaminas e sais minerais), praticar exercício físico, ingerir muita água, dormir bem. Beber água é de fundamental importância, pois uma hidratação correta (8 copos de água no mínimo, por dia) permite boa flexibilidade e vibração das pregas vocais. O sono descansa as pregas vocais e esse repouso é necessário para que a voz se “refaça”.     2. O que é saúde vocal?   Para se ter uma boa saúde vocal, algumas normas devem ser seguidas por todos, em especial por aqueles usam mais a voz ou que tem predisposição a adquirir alterações vocais. Uma voz saudável possui aspecto limpo e claro, emitida sem esforço e agradável ao ouvinte. A saúde vocal permite ao indivíduo variar quanto a frequência, qualidade, modulação e intensidade, de acordo com o contexto da comunicação.     3. O muco (secreção na garganta) incomoda muito tanto ao falante quanto ao cantante. Como ele é formado e como evitá-lo?   A produção de muco é uma defesa do organismo contra antígenos, impedindo-os de entrar no corpo através dos orifícios naturais. Geralmente ele é formado quando algo está em desequilíbrio na saúde como: atuação de vírus e bactérias, cansaço e sobrecarga física. A melhor maneira de evitá-los é cuidar da saúde, evitar baixa de imunidade, repouso restaurador e manter-se muito hidratado. Pigarrear é nocivo, provocando efeito rebote. Para limpar a secreção beba muita água e mantenha as vias respiratórias higienizadas com soro fisiológico.     4. É verdade que existem alimentos que podem evitar a rouquidão?   Não. Nenhum alimento evita a rouquidão. Existem alimentos que favorecem a saúde vocal como a maçã, que é rica em antioxidantes, combatendo os radicais livres e favorecendo a restauração das celulas, evitando envelhecimento precoce. A maçã ainda possui ação adstringente, ajudando na higienização da garganta.     5. Muitos dizem que a maçã e o gengibre auxiliam na saúde vocal. Até onde estes alimentos contribuem com nossa voz?   A maçã como já foi dito é uma fruta completa, auxilia toda a saúde do organismo. O gengibre tem ação anti-inflamatória, descongestionante e é termogênico (eleva a temperatura). Pensando em saúde o gengibre é ótimo, porém não há relação comprovada do uso do gengibre para a saúde vocal.     6. Andréa, nos ensine 5 hábitos que todo educador deve adotar para melhorar sua saúde vocal.   As cinco premissas são: hidratar, aquecer, alongar, tonificar e repousar. Uma voz com esses hábitos dificilmente tem algum problema.     7. Agora na prática: Vamos aprender exercícios para fazer antes das aulas para evitar a rouquidão: Alogamento: • Deve-se alongar o corpo em todas as direções, em especial a área do pescoço e face. • Estique a língua (sentindo alongar a base da língua). • Bocejar.   Aquecimento: • Vibração de língua (ou lábios) subindo a escala, começando dos tons médios (região natural de fala).   Desaquecimento (este para o final da aula): • Vibração de língua (ou lábios) descendo a escala, começando dos tons agudos.   Segue um vídeo com exercícios práticos para aquecimento vocal e trabalhar sua voz:  


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Publicado em: 05/04/2017

Escuta Ativa na Educação Musical

Todos os dias, somos bombardeados por sons vindos de todos os cantos. Só não ouve quem apresenta um problema auditivo, mas e o escutar? Quando estamos falando sobre o “escutar” estamos refletindo sobre o ato de ouvir com atenção, compreender a informação internamente. Um dos objetivos da educação musical é proporcionar a criança vivências onde ela poderá escutar ativamente , onde ela se envolverá com a canção ou a música instrumental gradativamente, levando-a à identificação dos elementos da música de uma forma lúdica de modo que ela desenvolva afeição pelo estilo musical apresentado e possa construir boas memórias, o que fará toda a diferença no futuro gosto musical dela, além de ampliar seu padrão musical cerebral. Precisamos fazer primeiro com que ela escute atentamente essa música e perceba nela suas características – se é alegre, triste, rápida, lenta, quais instrumentos a executam, quantas partes tem, etc. Essa escuta dirigida deve ser ativa, pois a criança demonstra muito interesse por movimento. Portanto, o professor observando estes interesses, poderá aproveitá-los nas suas aulas. A criança pode em determinadas partes da música bater palmas, bater os pés, girar o corpo, fazer uma grande roda com os amigos, ou seja, fazer movimentos que correspondam a estrutura da música. O professor como facilitador de experiências sugerirá ideias, porém deve dar a oportunidade para que o aluno também seja protagonista de sua aprendizagem, sugerindo movimentos , se expressando livremente em alguns momentos, para que ele participe de tal maneira, que a música se torne lúdica e assim ele se aproprie dela. Essa pesquisa musical ampliará o desenvolvimento integral desta criança e fará com que seu ouvido seja ativo diante de qualquer estilo musical. Para que este objetivo seja concretizado, temos que pensar que a educação musical é um processo gradativo, construído e que oferece diversas propostas. Em uma aula, as crianças vivenciam a música através de movimentos, em outra ela poderá desenhar ouvindo a mesma música, em outro momento podemos fazer uma brincadeira com instrumentos musicais utilizando a música, ou seja , o professor deve proporcionar atividades diversificadas para que tudo se torne divertido e rico de estímulos. Segue um vídeo com alguma ideias para serem aplicadas na Sonata em C (Mozart). Link do Vídeo: https://www.cantinho...s/.......mozart.html Trabalhamos uma produção sonora com bolinhas, explorando a iniciativa de gestos e movimentos corporais, reagindo ao discurso sonoro "Sonata em C, W.A.Mozart - primeiro movimento". Se quer mais artigos com vídeos práticos como este, curta e compartilhe para ajudar na divulgação e para que eu perceba seu interesse neste tipo de formato. Para mais informações sobre cursos presenciais, clique aqui: Link do curso: https://www.cantinho...nda/.....8_anos.html   Prof. Débora Munhoz Barboni Formação em Arte com ênfase em Musica, Pós Graduação em Educação Infantil e Psicopedagogia.


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Publicado em: 02/04/2017

Musica e autismo, uma dupla que dá certo

O autismo é um universo desconhecido por muitas pessoas. É um transtorno que desafia a ciência, por ser complexo, ter causa desconhecida, diferentes graus que apresentam tanto crianças que não conseguem falar, quanto outras que apresentam habilidades extraordinárias. Geralmente, quando os pais descobrem que tem um filho autista, se sentem bem confusos e temerosos, principalmente em relação ao grau do transtorno. Os estudos mostram que a rede de neurônios que coordenam no cérebro a comunicação e os contatos sociais, são organizados de uma forma diferente em autistas. O transtorno afeta quase todos os aspectos do comportamento humano: a fala, o interesse por amizades e vida social, os movimentos do corpo, as emoções e interações. O autismo deve ser diagnosticado precocemente, por meio de testes de comportamentos e questionários respondidos pelos pais. Sabemos que a plasticidade cerebral (estrutura cerebral que é capaz de se modificar de acordo com os estímulos recebidos) é muito intensa dos 0 à 6 anos. Nesta fase inicial, o tratamento apresenta melhores resultados. Depois disso, as deficiências são agravadas, portanto, é essencial buscar ajuda caso a família perceba índicos de autismo no seu filho, que são eles:    •  Atrasos na fala;    •  Olhar distante. Muitas vezes não responde quando é chamado pelo nome;    •  Não interage a estímulos afetivos como um olhar, um abraço ou um sorriso.    •  Atitude ausente;    •  Quando bebezinho, não estica os braços para ser tirado do berço. Muitas vezes para chamar atenção prefere fazer movimentos repetitivos;    •  Brinca de forma sistemática, não lúdica. Ex: Em vez de interagir com o boneco (mundo da imaginação), prefere alinha-lo a outros brinquedos, enfileirando-os;    •  Na presença de outras crianças se isola, por falta de interesse. Ao perceber estes indícios, os pais devem procurar ajuda de um especialista, pois só ele poderá dar o diagnóstico. O tratamento do autismo é multidisciplinar (envolvendo psicólogas, psicopedagogos, terapeutas comportamentais, etc) e deve ser iniciado o mais rápido possível, pois o autismo traz uma série de fatores aliados. É importante a união e colaboração de todos que tem contato com a criança autista, principalmente da família, além de muita paciência e amor pela criança durante o processo, que muitas vezes, dependendo do grau do transtorno, é lento. Respeitar o tempo e o limite da criança é muito importante, mas sem deixar de trabalhar as dificuldades. É importante ensinar a criança autista, que para um relacionamento funcionar, são necessários pequenos gestos de gentileza (contato visual, cumprimentar as pessoas, conversar,etc.). Indivíduos autistas não possuem estas habilidades, mas é algo que pode ser aprendido, apesar de para eles, não ser algo natural e prazeroso. Apesar de ser um transtorno incurável, as pesquisas mostram que existem muitos autistas que por terem boa assistência durante a infância, cresceram, se desenvolveram muito bem e muitos inclusive apresentaram inteligência superior em certas áreas, se destacando no mercado de trabalho. O fato de pensar de uma forma muito lógica, faz com que muitos autistas tenham muita facilidade em matemática e em música. Aliás, cada vez mais estudos apontam a música como ferramenta poderosa para desenvolver habilidades, inclusive em crianças autistas. Somos estimulados através dos sons (matéria-prima da música), desde o quinto mês de vida intra-uterina, quando nosso sistema auditivo está apto para receber informações. A música é interessante para a criança desde sempre e isso é maravilhoso, porque a motivação (vontade e interesse em querer aprender o conteúdo) é essencial para a construção da aprendizagem. Os pais dos autistas geralmente recebem orientações, para que estejam atentos aos interesses do seu filho, porque ao descobri-los, poderão utiliza-los como links para desenvolver diversas habilidades. A música é sem dúvida uma destas pontes, que atraem a atenção da criança autista e que é uma facilitadora de aprendizagens. Estudos de ressonância magnética funcional, apontam que a música causa um efeito único em pessoas autistas, principalmente como intervenção terapêutica. A música, quando utilizada de forma adequada, é capaz de relaxar, trazer sensação de bem-estar, o que pode auxiliar de forma natural, no tratamento em conjunto com outras terapias. Outro fato importante, é que pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista), apesar de terem grande dificuldade em perceber sentimentos nas expressões faciais, são capazes de perceber sentimentos de alegria e tristeza em uma peça musical, ou seja, os sentimentos de uma peça musical torna-se mais claro para um sujeito com TEA do que a visualização de expressões faciais. A música tem o poder de ser uma facilitadora de comunicação, mas para que o autista seja realmente beneficiado, com resultados à longo prazo, é necessário que a música seja utilizada de acordo com os interesses da criança, com um professor que realmente conheça as especificidades do transtorno e que saiba utilizar técnicas de musicoterapia (terapia alternativa que utiliza a música como ferramenta para desenvolver habilidades e objetivos pré-estabelecidos no indivíduo). Nas aulas, são utilizadas atividades que promovem um vínculo de respeito e confiança entre o aluno e o professor, que planeja as interações de acordo com a maturação biológica do aluno. O espaço onde as aulas acontecem deve ser seguro, livre de distrações e o material oferecido não deve oferecer qualquer perigo. Nas aulas de música para autistas, as atividades são diversificadas, com metas bem definidas. Os exercícios são lúdicos, com diversos objetivos, como socializar a criança (através de brincadeiras de roda, brincadeiras em dupla onde o contato visual é estimulado e valorizado), desenvolver sua psicomotricidade (através de jogos psicomotores, pedagógicos, canções utilizando sons do corpo, manuseando instrumentos musicais), a linguagem (através de jogos cênicos, contação e organização de histórias cantadas com figuras associadas, jogos de tabuleiro), dentre outros. Brincando, a criança associa gestos e movimentos a conceitos musicais mais abstratos, aprende regras sociais, aumenta sua expressividade e descobre o mundo de forma agradável. Além disso, descobrimos através das brincadeiras, os interesses e necessidades individuais da criança, o que é de suma importância, pois através destas descobertas, as pessoas que interagem com o autista poderão utilizar estes interesses como temas para desenvolver conteúdos específicos. Exemplo: muitos autistas demonstram interesse por animais, dinossauros, outros preferem carrinhos, trens, etc. O professor geralmente percebe estes interesses e utiliza nas aulas, pois a motivação é essencial para a construção da aprendizagem de diversos conteúdos. A música é uma arte extremamente acessível a todas as classes sociais. As famílias também podem estimular seus filhos em casa através da música. Existem músicas sobre qualquer tema, para trabalhar diversos conteúdos. É necessário, porém, muita pesquisa, dedicação e muita observação por parte da família em relação à criança, no sentido de descobrir os interesses dela, para fazer com que ela se interesse em interagir com as propostas. Se a criança gosta de pular, procure músicas que estimulem os movimentos corporais. Se a criança demonstra interesse por instrumentos musicais, compre tamborzinhos, clavas, chocalhos e toque com ele, acompanhando diversos estilos musicais. Se ele gosta de brincar com a bola, ligue o som com uma música que ele gosta e brinque de bola com ele olhando nos olhos e toda vez que ele olhar nos seus olhos, comemore com muita animação. Sabemos o quanto é difícil para o autista o contato visual, portanto, devemos criar atividades que estimulem o desenvolvimento desta habilidade. Brincar com a música, é muito mais do que diversão. É uma linguagem essencial, onde a criança aprende a se expressar melhor e descobrir o mundo. Ela pode ser a ferramenta que fará grande diferença no desenvolvimento e na qualidade de vida da criança autista. A música está disponível a todos e é muito poderosa. Que tal experimentar?   Quer ficar sabendo de todas as NOTÍCIAS em primeira mão?!!! Se cadastre em nossa lista de email: https://www.cantinhodamusica.com.br/newsletters/cadastro Gostaria de aprender mais?!   Então acesse AGORA e confira nossos CURSOS ONLINE! CURSO ONLINE 1: + de 300 propostas - Musicalização Infantil e Técnica de Contação de histárias de 2 a 10 anos CURSO ONLINE 2: 46 propostas - Musicalização na Educação Infantil   Sobre a autora: Débora Munhoz Barboni, leciona como professora de música desde 1999.  Atualmente trabalha no Colégio Visconde de Porto Seguro em São Paulo. Possui formação acadêmica em Artes e, Pós-Graduação em Educação Infantil e Psicopedagogia. Deu entrevistas para a revistas como: Pais&Filhos e Iberian Neurocience, além de escrever artigos para Nestlé e sites como Pediatra Online. Ministra diversas palestras e cursos de formação para professores da educação infantil e fundamental I (sempre abordando a temática da importância musical no desenvolvimento integral da criança desde cedo). Possui uma página no Facebook, um site próprio e um canal no YouTube chamados “Cantinho da Música” e cursos online. Ministra cursos presencias de formação para professores da educação infantil e fundamental. É autora de materiais sobre Musicalização infantil: CD-Vai começar 1, CD-Brincando e Aprendendo com a Música vol. 1 e 2, CD-Canções para Brincar, Guia Prático com músicas, partituras e orientação didáticas.  


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