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Publicado em: 19/11/2017

Tudo o que você quis saber sobre MUSICALIZAÇÃO INFANTIL

Tudo o que você quis saber sobre MUSICALIZAÇÃO INFANTIL para bebês Hoje teremos um assunto que interessam à muitas famílias e educadores: musicalização infantil para bebês. Estudos mostram o quanto os bebês demonstram uma aptidão musical muito grande e o quanto eles se envolvem com as atividades propostas nas aulas, desenvolvendo habilidades cognitivas, motoras e emocionais através da música.  Selecionei 5 perguntas importantes sobre o assunto:   Musicalização para bebês   1. Porque apresentar a música para a criança desde cedo?   Porque a música tem o poder de atrair e captar a atenção necessária para que a criança queira interagir com as propostas, sejam elas com o objetivo de trazer um momento de afeto entre o adulto e a criança (desenvolvimento emocional) ou para estimular os aspectos cognitivos e motores. Estudos mostram que quando o bebê nasce ele já foi estimulado através dos sons (dentro da barriga da mãe), pois o sistema auditivo está apto para receber informações a partir do quinto mês de vida intrauterina. Nos primeiros meses de vida, as pessoas que cuidam do bebê, geralmente interagem com ele através da música, com brincadeiras e canções que também provavelmente foram significativas para estes adultos na infância, ou seja, estas interações entre o adulto e a criança possuem alto grau de afetividade. Desde muito cedo o bebê cria memórias positivas com essa linguagem. Existem especialistas renomados que comprovaram o poder da música, como o neurologista e neuropediatra Mauro Muszkat da Universidade Federal de São Paulo, que revelou em uma entrevista para o jornal O Estado de São Paulo, que estudos científicos mostram que crianças que praticam música desde cedo de forma contínua e prazerosa, desenvolvem habilidades que vão além das músicas, como maior concentração, aumento positivo da autoestima e desenvolvimento nas funções executivas cerebrais. É importante ter em mente, que o brincar não acontecerá automaticamente sem uma intermediação inicial de um educador, pai, mãe ou outra criança. As primeiras brincadeiras e jogos são construídos na relação com o outro e a criança se desenvolve e se expressa brincando. Na aula de música, a criança vivencia e trabalha diversas coordenações ao mesmo tempo. Cantam, tocam, dançam, ouvem música, brincam com os sons, dramatizam histórias e canções. Brincando com a música, a criança conhece melhor a si mesma, ao outro, os instrumentos musicais, amplia seu repertório de mundo e o ambiente que a cerca. A música também tem o poder de modular nossas emoções, inclusive nas crianças. Quando ouvimos músicas que gostamos, o nosso cérebro produz neurotransmissores (substância química que conduz transmissor de um neurônio para o outro no cérebro) como a dopamina, que traz aquela sensação de prazer e a serotonina, que traz bem-estar e relaxamento. Por isso é uma linguagem tão utilizada nas escolas, porque ela traz uma energia de alegria e entusiasmo que contagia a todos. Mas para que a criança possa usufruir de tantos benefícios, é importante que o professor ofereça um repertório de canções e brincadeiras específicas à faixa etária, além de um espaço seguro e arejado, material sonoro rico e ao mesmo tempo, próprio para ser manipulado sem oferecer perigo ao bebê. 2. A partir de qual idade posso levar meu bebê para as aulas de música?   Quanto antes à criança iniciar nas aulas de musicalização infantil com um especialista, melhor. É aconselhável principalmente a partir dos 8 meses, quando a criança já senta sem apoio e deve ser acompanhada pelo pai ou pela mãe. 3. Quais as atividades geralmente são desenvolvidas em uma aula de música para bebês?   As aulas de música com os bebês geralmente são em grupo, pois um dos objetivos é o desenvolvimento da socialização. Para começar, são utilizadas canções, histórias, jogos com elementos surpresas que tem como o objetivo trazer acolhimento  e para indicar que a aula vai começar de uma forma afetuosa, respeitosa e divertida .  Após a primeira proposta da aula, geralmente os bebês já ficam mais calmos e receptivos as atividades. Logo em seguida, são trabalhadas algumas canções que exploram diferentes interações, como por exemplo, as canções gestuais. Desta forma, o bebê vai aprendendo a relação do gesto e da fala e vai ampliando seu vocabulário e expressividade. Nestas canções, o professor pode utilizar recursos visuais que atraem ainda mais a atenção dos pequeninos, que captam o mundo através de seus sentidos. Pequenas histórias cantadas ou histórias sonorizadas explorando uma temática (explorando sons do corpo, da casa, dos animais e da rua), também podem ser utilizadas, pois estimulam a atenção, a concentração e a percepção auditiva, o chamado “ouvido musical”, que é desenvolvido principalmente até aos 6 anos. Atividades explorando movimentos locomotores (andar, pular, galopar, saltitar) acompanhando diversos andamentos da música (no colo de um adulto ou a própria criança explorando o espaço), brincadeiras de roda, também fazem parte das aulas, pois com o movimento, através de um repertório rico e diversificado, a criança brinca com seu corpo , desenvolve seus aspectos psicomotores e interioriza os ritmos de forma natural, desenvolvendo  a musicalidade, o vínculo afetivo com quem está dançando com ela , sua organização espaço-temporal e sua expressividade . Brincadeiras de colo, jogos musicais com parlendas (brincadeiras com as palavras), atividades em duplas são sempre um momento de diversão, onde a criança interage diretamente com outra criança , ou no  colo do adulto brincando com o som e com o ritmo. As crianças têm a oportunidade de acompanharem as canções com instrumentos musicais (chocalhos, tambores, clavas, sinos, etc.), vivenciando a pulsação e o senso rítmico, intensidade (tocar forte ou fraco), percepção ao estimulo sonoro e o silêncio, lateralidade , tônus, esquema corporal, praxia fina, estimulando as bases psicomotoras que são fundamentais para as futuras aprendizagens que virão, como ler e escrever, por exemplo. O canto (linguagem musical) sempre é a viga-mestra de todo o processo, contribuindo para melhorar a articulação de diversos sons da fala.  Existem também momentos de exploração livre de materiais, objetos sonoros com o objetivo de oferecer a criança o momento de pesquisar os sons livremente ,sem interevenção de um adulto, que observa atento com o objetivo de conhecer ainda mais seu aluno, seus interesses, necessidades, pensamentos e pesquisas. Depois de tanto estímulo e tantas atividades divertidas, as crianças necessitam de um momento de relaxamento, que pode ser uma história para trazer a calma, a escuta de sons relaxantes, ou uma propósta de relaxamento onde acompanhados por uma música apropriada, recebem carinho do adulto, com instrumentos de massagem ou com materiais sensoriais. Ou seja, em uma aula de geralmente 30-45  minutos, o bebê é estimulado com diversas atividades através de seus sentidos e de forma lúdica.  É importante enfatizar, que utilizamos a brincadeira porque é através dela que a criança se expressa, se comunica naturalmente e se interessa pelas propóstas, porém todos os tópicos da aula tem conteúdos com o objetivo de ajudar a criança a desenvolver sua inteligência musical e em seus aspectos motores, cognitivos e afetivos.  4. Hoje, a maioria das escolas apresentam aula de música no currículo escolar. Qual a vantagem de matricular a criança em uma escola de música?   Felizmente as escolas da Educação Infantil na sua grande maioria apresentam um currículo musical e isso é maravilhoso, pois a música tem este poder de trazer mais alegria, diversão, entusiasmo e muita aprendizagem através dela. A grande vantagem de também matricular a criança em uma escola de música, é que geralmente um familiar pode acompanhar essas aulas e acompanhar as reações, as interações e aprendizagens do bebê, além de seus progressos nas atividades propostas. Depois de cada aula, é comum os pais relatarem que seus filhos reproduzem as atividades em casa em alguns momentos. O familiar que vivenciou a aula poderá praticar as brincadeiras e repertórios de canções aprendidas, motivando seus filhos com a música desde cedo, de forma prazerosa e lúdica. 5. Quais os benefícios da música a longo prazo?   Quem vivencia música desde pequeno, através de experiências de qualidade, se torna um adulto mais seletivo, com maior discernimento para escolher seu repertório musical e isso é muito importante, porque cada música faz parte de uma cultura, que pode influenciar no comportamento e na vida das pessoas. Além disso, poderá utilizar essa linguagem de forma saudável para descarregar o stress do dia-a-dia. A música, como nos envolve em nossas emoções, na razão e no nosso corpo, estimula muitas áreas cerebrais, trazendo muitos benefícios inclusive às crianças especiais. A música faz bem para qualquer idade, então é bom que comecemos desde cedo, brincando e aprendendo, contribuindo assim para que a criança, além de desenvolver-se integralmente, tenha uma vida mais plena e feliz.       Prof. Débora Munhoz Barboni   Professora de música com formação em Artes, Psicopedagogia e Educação Infantil. Escreveu artigos para Revista Pais e Filhos, Iberian Neurocience, Pediatra online e diversos blogs. Participou também da TV Pais e Filhos, falando sobre música e desenvolvimento infantil  

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Publicado em: 22/10/2017

Histórias utilizando as mãos para crianças pequenas

A criança é um ser em pleno desenvolvimento. Tudo que ela vivência hoje, fará diferença na forma como ela enxergará o mundo amanhã. A Neurociências (conjunto de ciências que estudam como podemos aprender de forma mais eficaz) cita a primeira infância como a “fase de ouro”, onde o cérebro aprende e apreende em uma velocidade fantástica. Porém essa aprendizagem é uma construção. A criança percorre etapas que devem ser respeitadas e trazem pré-requisitos que a capacitam para lidar com situações, conflitos, aprender novas habilidades, etc. Porém para aprender, é preciso querer e as histórias são ferramentas poderosas para trazer a motivação e ajudar a criança no seu desenvolvimento. Com crianças de 1 a 3 anos, as narrativas devem ser curtas, pois as crianças nesta fase não possuem uma concentração tão longa e ao mesmo tempo não compreendem um enredo muito complexo. Os assuntos mais interessantes são cenas cotidianas da criança, como família, elementos da natureza como a chuva, o sol, animais como cachorrinho, pintinho, etc. Histórias utilizando dedinhos são simples porém muito ricas para esta faixa etária, pois possuem um enredo com começo, meio e fim, tem compreensão bem fácil, trabalha a musicalidade da nossa fala com rimas e melodias e permite com que a criança memorize, e conte a narrativa utilizando os gestos, que é o precursor da fala. Logo, brincando a criança amplia seu vocabulário de uma forma natural, amplia sua concentração, além de ampliar seu contato afetivo com o contador, que pode ser o pai, a mãe, o avô, a babá, a professora, etc. Muitas vezes queremos estimular as crianças com muitos brinquedos, porém temos que levar em conta que para a criança menos é mais. O importante é fornecer o estímulo adequado, de acordo com os interesses e necessidades da criança pequena. Se prepare para repetir muitas vezes a mesma história, pois a criança gosta de ouvir e pede para contarmos muitas vezes. Repetir histórias, proporciona novas vivências e permite com que ela entenda o todo com uma dimensão especial. Antes de começar, crie um clima para o momento. Desligue celular, TV e dedique um tempo exclusivo para a criança. Você se surpreenderá ao ver depois da contação de histórias, a mesma criança recontando para suas bonecas e para seus amiguinhos. As histórias de mãos têm essas vantagens:   São fáceis de memorizar Só precisam de mãos Podem ser contadas em qualquer lugar Auxiliam o pensamento da criança na medida que ela interage seguindo a narrativa com os gestos Seguem 4 exemplos de histórias de mãos para você utilizar com sua criança, ainda hoje, se quiser: Tommy Seu José e seu Mané Dois Passarinhos Pom Pom Pom quem será?!   Quer ficar sabendo de todas as notícias em primeira mão?!!! Se cadastre e receba brindes exclusivos se cadastrando em nossa lista de email: https://www.cantinhodamusica.com.br/newsletters/cadastro  

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Publicado em: 22/10/2017

​História Interativa Folclórica - Lá no Pantano

História Interativa Folclórica   Lá no Pântano   Uma história bem contada sempre traz diversão e encantamento. Melhor ainda se as crianças puderem interagir com a história, pois este fato oportunizará a participação e integração dos alunos O professor ao escolher a história deve ter sempre claro qual é o objetivo (para que, e porquê) ? A quem vamos dirigir essa proposta? Utilizarei quais recursos? Depois de esclarecidos os objetivos, o grupo forma-se, incluindo pessoas que cantarão, manusearão os fantoches, tocarão instrumentos sonorizando em alguns momentos. Sempre leve em conta também a faixa etária para refletir sobre o que já são capazes de fazer. Geralmente conto a primeira vez a história sozinha, para que as crianças possam entender todo o enredo. O lugar da contação deve estar bem iluminado e perto dos espectadores. Os lugares fechados são os melhores para que as crianças possam se concentrar mais e ouvir melhor a voz do contador da história. Aliás, volume, entonação, clareza, dicção, são requisitos que fazem toda a diferença para trazer “vida” a história. Gosto muito de utilizar fantoches, recursos visuais, pois através deles podemos dar animação, movimento e voz e podem ser utilizados para desenvolver a história ou dialogar com as crianças. Os bonecos são manejados com as mãos e estes se movimentam através dos movimentos de braço. Os fantoches devem se mover como se fossem atores, tendo coordenação, ritmo, escondendo, aparecendo, levantando, subindo, conforme o enredo. Sempre reflita sobre o tema da história, o enredo, o ambiente, os personagens, as cenas e os recursos que você irá utilizar. Quero compartilhar com vocês, uma história que faz o maior sucesso com as crianças de todas as idades. Elas podem interagir tocando, cantando, sonorizando com a voz os sons da história, etc. Se você quer receber mais dicas de como trabalhar a história "Lá no Pantano" clique neste link ( https://www.cantinhodamusica.com.br/media/landing/lpage.php ) e receba o material exclusivo deste video. Com isso voce também fará parte da minha lista de e-mails, receberá brindes, dicas e saberá em primeira mão quando será o lançamento do meu curso online, que acontecerá em 2018, com o tema: Musicalização Infantil e contação de histórias para crianças de 2 a 8 anos. Será um curso prático onde você vivenciará propostas com o objetivo de ajudar a criança em seu desenvolvimento cognitivo, emocional e motor, através da música e das histórias. Teremos um módulo especial e prático também sobre música e psicomotricidade, além de módulos com conteúdo inéditos e exclusivos para cada faixa etária. O curso também disponibilizará mp3, material de apoio, embasamento teórico das atividades, dicas com fotos dos recursos visuais utilizados, partituras das canções e histórias. Vamos agora assistir a história!   CLIQUE AQUI E RECEBA O MATERIAL EXCLUSIVO DESSE VÍDEO: https://www.cantinhodamusica.com.br/media/landing/lpage.php  Se gostou, curta, compartilhe e deixe seu comentário. Essa atitude me incentiva muito a produzir material para vocês, curtidores do Cantinho da Música. Fanpage: https://www.facebook.com/cantinhomusicalprofDebora/ Site: https://www.cantinhodamusica.com.br Canal: https://www.youtube.com/channel/UCFB93e4IvBDdy0iIvX2yp-g Prof. Débora Munhoz Barboni Formação em Arte com ênfase em Musica, Pós Graduação em Educação Infantil e Psicopedagogia.

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Publicado em: 22/04/2017

Como manter sua Saúde Vocal? (Entrevista com Andréa Costalima Guimarães)

1. A voz é sem dúvida uma das principais ferramentas de trabalho do professor. Quando perdemos a voz, fica muito difícil de realizar nosso trabalho. Como podemos evitar a rouquidão?   Os principais hábitos nocivos à boa voz, que põem em risco a sua saúde são: Pigarrear ou “raspar a garganta”, tossir, gritar, competição sonora (falar mais alto quando há barulho), poluição, ingestão de álcool, uso de fumo e drogas, “receitas milagrosas para cura de rouquidão” (conhaque com mel, comer cebola, bala de gengibre, de hortelã...). Para se preservar a voz, pequenos hábitos fazem diferença como: cuidar da saúde - evitar resfriados, gripes, alergias e todo tipo de doença que comprometa o aparelho vocal, pois o uso da voz num período de convalescença provoca sobrecarga ao trato vocal. O melhor é prevenir contra qualquer infortúnio físico: alimentando-se corretamente (dieta equilibrada, com vitaminas e sais minerais), praticar exercício físico, ingerir muita água, dormir bem. Beber água é de fundamental importância, pois uma hidratação correta (8 copos de água no mínimo, por dia) permite boa flexibilidade e vibração das pregas vocais. O sono descansa as pregas vocais e esse repouso é necessário para que a voz se “refaça”.     2. O que é saúde vocal?   Para se ter uma boa saúde vocal, algumas normas devem ser seguidas por todos, em especial por aqueles usam mais a voz ou que tem predisposição a adquirir alterações vocais. Uma voz saudável possui aspecto limpo e claro, emitida sem esforço e agradável ao ouvinte. A saúde vocal permite ao indivíduo variar quanto a frequência, qualidade, modulação e intensidade, de acordo com o contexto da comunicação.     3. O muco (secreção na garganta) incomoda muito tanto ao falante quanto ao cantante. Como ele é formado e como evitá-lo?   A produção de muco é uma defesa do organismo contra antígenos, impedindo-os de entrar no corpo através dos orifícios naturais. Geralmente ele é formado quando algo está em desequilíbrio na saúde como: atuação de vírus e bactérias, cansaço e sobrecarga física. A melhor maneira de evitá-los é cuidar da saúde, evitar baixa de imunidade, repouso restaurador e manter-se muito hidratado. Pigarrear é nocivo, provocando efeito rebote. Para limpar a secreção beba muita água e mantenha as vias respiratórias higienizadas com soro fisiológico.     4. É verdade que existem alimentos que podem evitar a rouquidão?   Não. Nenhum alimento evita a rouquidão. Existem alimentos que favorecem a saúde vocal como a maçã, que é rica em antioxidantes, combatendo os radicais livres e favorecendo a restauração das celulas, evitando envelhecimento precoce. A maçã ainda possui ação adstringente, ajudando na higienização da garganta.     5. Muitos dizem que a maçã e o gengibre auxiliam na saúde vocal. Até onde estes alimentos contribuem com nossa voz?   A maçã como já foi dito é uma fruta completa, auxilia toda a saúde do organismo. O gengibre tem ação anti-inflamatória, descongestionante e é termogênico (eleva a temperatura). Pensando em saúde o gengibre é ótimo, porém não há relação comprovada do uso do gengibre para a saúde vocal.     6. Andréa, nos ensine 5 hábitos que todo educador deve adotar para melhorar sua saúde vocal.   As cinco premissas são: hidratar, aquecer, alongar, tonificar e repousar. Uma voz com esses hábitos dificilmente tem algum problema.     7. Agora na prática: Vamos aprender exercícios para fazer antes das aulas para evitar a rouquidão: Alogamento: • Deve-se alongar o corpo em todas as direções, em especial a área do pescoço e face. • Estique a língua (sentindo alongar a base da língua). • Bocejar.   Aquecimento: • Vibração de língua (ou lábios) subindo a escala, começando dos tons médios (região natural de fala).   Desaquecimento (este para o final da aula): • Vibração de língua (ou lábios) descendo a escala, começando dos tons agudos.   Segue um vídeo com exercícios práticos para aquecimento vocal e trabalhar sua voz:   PARA SABER MAIS SOBRE SAÚDE VOCAL:   BEHLAU, Mara; PONTES, Paulo. Higiene Vocal – Cuidando da voz. 4ª ed. São Paulo: Revinter, 2009 BEHLAU, Mara; REDHDER, Maria Inês. Higiene Vocal Para o Canto Coral. 2ª ed. São Paulo: Revinter, 2009. BEHLAU, Mara. O livro do especialista. Volume II, 2005. Rio de Janeiro: Revinter, 2005. PINHO, S. M. R. Fundamentos da fonoaudiologia – tratando os distúrbios da voz. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Guanabara, 2003. PINHO, S. M. R. Manual de higiene Vocal para profissionais da voz. 1ª ed. São Paulo: Pro-Fono, 1997.   Prof. Débora Munhoz Barboni Formação em Arte com ênfase em Musica, Pós Graduação em Educação Infantil e Psicopedagogia.

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